myWaste | A Plataforma Digital de Gestão de Recursos 2022-08-18

myWaste

O myWaste é um mercado digital de gestão e otimização de recursos, que pretende acelerar a transição para uma economia mais circular em Portugal. A plataforma de âmbito nacional apresenta-se como uma solução para a crise de matérias-primas, contribuindo para a valorização de desperdícios e a geração de novos negócios

Foi desenvolvida no âmbito do Projeto Be Smart – Be Circular, promovido pela Associação Smart Waste Portugal (ASWP) e cofinanciado pelo COMPETE 2020, em parceria com a InspireIT, uma Tech House portuguesa especialista em Transformação Digital, Intelligent Automation e desenvolvimento de aplicações móveis.

A plataforma consiste numa rede Business-to-Business (B2B) para a partilha de uma bolsa nacional de resíduos, subprodutos e materiais classificados como fim de estatuto de resíduos (FER), provenientes dos mais variados setores e passíveis de serem valorizados, numa lógica de marketplace. Desta forma, dá-se a aceleração das taxas de reutilização e reciclagem dos diferentes fluxos de materiais, promovendo uma maior circularidade. 

O myWaste é o ponto de contacto entre entidades vendedoras e compradoras, permitindo que estas diminuam os tempos de tomada de decisão e que encontrem novas soluções de valorização. Cada uma pode, de forma simples e intuitiva, gerir e otimizar os seus recursos, através de diferentes funcionalidades para a gestão do desperdício gerado e fluxos de comunicação, em tempo real, com entidades interessadas nos recursos disponibilizados no mercado. 

A plataforma contribui diretamente para a sustentabilidade e maximização do desempenho económico nos setores público e privado, permitindo o desenvolvimento sustentável e a proteção do meio ambiente

O registo no myWaste é gratuito e as entidades que participam nas transações são responsáveis pelo valor dos recursos transacionados e pela logística de transporte. A ASWP convida as mesmas a adicionar os seus resíduos/subprodutos/FER na plataforma (por forma a potenciar o lado da oferta), bem como a procurar recursos para valorização e, assim, apoiarem na transição para uma economia mais resiliente e circular.